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ago
2017
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A verdade que ninguém nunca disse a você sobre perdoar e ser realmente feliz!

 

Perdão 1

 

Há momentos na vida em que nada parece fazer sentido e já não é possível sentir satisfação e alegria de verdade.

Parece que a felicidade está completamente distante de nós.

Os dias tornam-se todos iguais, sem brilho ou cor. Já são poucos os motivos que nos fazem sorrir. Não que eles não existam, mas algo no fundo do ser insiste em encobrir com cinza as melhores experiências. É a síndrome do tanto faz ou do eu não ligo pra isso! É um viver mais ou menos!

Já não sentimos emoção pelas coisas boas que nos acontecem.

Isso é assim porque há algo bloqueando, obstruindo a passagem das melhores emoções como entusiasmo, contentamento, alegria sem causa (adoro essa alegria que toma conta do nosso ser sem qualquer motivo, alegria por apenas estar vivo. Se você ainda não sentiu essa alegria, saiba que ela existe, e é maravilhoso sentir).

Bloqueios, obstruções que nem sempre nos damos conta do motivo pelo qual eles existem.

Você alguma vez já  se sentiu emperrado, estagnado?

Eu já. E não achei nada legal. O pior foi o tempo desperdiçado. Mas ao detectar o porquê desse sentimento, aprendi grandes lições e segui adiante com força e fé!

Se você está percebendo que sua vida está estagnada ou não sente alegria de viver, é possível que esteja emperrado em algum ponto.

A questão é: qual é o pensamento ou sentimento que lhe prende ou que o impede de avançar?

Um agente causador de desânimo e estagnação é a falta de perdão!

Se você já se deparou com a amarga sensação de que alguém agiu mal com você e tem dificuldades de digerir os fatos é muito provável que para você perdoar seja um processo muito lento.

Provavelmente raiva, ressentimentos, rancor, ira, mágoa, sofrimento, dor, agitem seu mundo interior, talvez, como consequência, você até já tenha passado por algum tipo de doença, senão física, possivelmente mental ou emocional.

O mais perturbador é que, a depender de cada pessoa, essa marca se prolonga no tempo, se transformando em uma questão existencial, tamanho é o impacto provocado.

E o sentimento é de estar emperrado no tempo!

Então, não é traumática a questão da traição, da rejeição, da exclusão, da carência de amor, do abandono, ingratidão, ofensas, palavras rudes, ausência de carinho?

Existem situações que são ainda mais difíceis de superar. O que dizer dos traumas provocados pela violência extrema como estupro, assassinato, suicídio, roubo…

Nesses casos parece que perdoar é injusto. E o tempo passa na espera que a justiça seja feita!

O perdão é tema que habita no seio dos relacionamentos. Envolve pessoas onde quer que elas estejam.

E no campo em que as pessoas se relacionam, seja, pais e filhos, amigos, namoro, casamento, relações de trabalho ou até mesmo com estranhos, existe a possibilidade do conflito.

Cada pessoa tem sua própria personalidade, sua história de vida, sua visão de mundo, o que torna a convivência enriquecedora, mas também, conflituosa.

E nesse ponto é razoável a discordância ou até mesmo atitudes hostis e alguém pode se sentir injustiçado, humilhado, rejeitado, violentado.

Há aqueles que seguem o caminho sem carregar as marcas das adversidades. Possuem alta capacidade para superar suas desgraças. Sacodem a poeira, aprendem as lições e saem fortalecidos. São os resilientes.

Para outros, os abalos duram mais.

De qualquer forma, quando o sofrimento se instala no coração, deixando o gosto amargo da revolta contra quem provocou aquela dor, pode não ser tão simples ultrapassar os acontecimentos e encarar o ofensor. Você quer é distância daquela pessoa.

Que atire a primeira pedra quem nunca se envolveu em uma situação assim.

Quem nunca precisou perdoar, ou quem sabe, pedir perdão.

Pode ser que atualmente você esteja suportando as consequências de não ter conseguido perdoar quem o magoou, mas isso não o deixou mais feliz.

Ao contrário, causou muito estrago.

Estrago como amargura, solidão, separações, dificuldade para amar, isolamento, doenças da alma, tristeza, pessimismo com a vida e as pessoas, ansiedade quanto ao futuro…

Nesse momento você pode estar lembrando da sua história, das vezes em que se sentiu ferido, magoado e de como reagiu.

Se algo parecido aconteceu com você é bem provável que esteja preso em algum ponto do passado, se sentindo estagnado. Ou então, pode ser que esteja tudo bem com sua vida, mas lá no fundo do seu ser exista algo que ainda perturba, machuca.

O triste é se você não conseguiu se libertar de algum trauma, porque não teve a capacidade de perdoar, até seguiu adiante, mas dentro de si ainda existe uma ferida que sangra.

Pode ser que você até esteja arrependido de ter sido tão duro com a pessoa que o machucou, mas não tem forças para perdoar.

Ou quem sabe, foi você quem feriu e agora amargue com arrependimento e culpa. E talvez, não consiga perdoar a si mesmo.

Perdoar significa que, mais do que libertar a pessoa que o ofendeu, você optou por ser livre e viver em paz, doando o seu melhor e espalhando amor, compaixão e compreensão. Porque somente assim agindo é possível  voltar a ser feliz.

Conheço pessoas, talvez você também conheça alguém assim, que eram amigos e por divergências políticas, romperam a amizade, aliás, familiares se digladiam por questões políticas, religiosas, herança… E muitas vezes, nunca mais voltam a conviver.

A falta de perdão causa separação!

 

Mas porque é tão difícil perdoar?

Eis a grande questão.

Pode ser que ainda não seja o momento de perdoar. É preciso madurar.

Pode ser que já até passou da hora.

Perdão é um processo mental de eliminar ressentimentos, raiva, rancor ou qualquer outro sentimento negativo que se nutre por alguém ou por si mesmo.

Não é pouca coisa!

Tem pessoas que se apegam a esses sentimentos e para elas, mantê-los, significa que ainda é possível fazer justiça.

Perdoar é um ato que requer tempo. Esse tempo depende de cada pessoa.

Apesar de ouvirmos por aí que perdoar é esquecer, sabemos que na prática não é tão simples assim.

Dizer que “não foi nada”, que “logo passa”, não nos isenta da mágoa nem da dor. Isso é negação. É se fechar. É esconder a dor lá no fundo do ser e, em algum momento oportuno, deixar vir à tona com mais intensidade. A solução não está aí.

Não é tão simples esquecer quem nos feriu, prejudicou, nos fez sofrer, chorar. Existem situações que são verdadeiros dramas existenciais e machucam a vida inteira.

Mas te pergunto: até quando você irá permitir que a dor do passado tenha tanto poder sobre você? Até quando você irá se permitir ficar imersa em uma situação que lhe provoca tanta mágoa?

Se você se deixar dominar pela dor ela irá lhe corroer por dentro e isso irá repercutir em toda a sua vida.

Tristeza, amargura, angústia, vazio, desgosto, desconfiança farão parte de você.

Agora, o que é muito importante compreender é que, você tem o poder de decidir se irá perdoar ou não, mesmo sob a presença da dor.

É uma decisão sim! Você pode escolher!

É como decidir se você quer ser feliz ou não!

Quando você se encontra diante de uma situação que lhe exija o perdão, na verdade, está defronte de uma encruzilhada, onde terá que decidir qual caminho seguir.

Um caminho é o da luz, que é o ato divino de perdoar, talvez até você não saiba como porque ainda não tem forças para fazê-lo. Com esforço, ajuda e fé, conseguirá.

O outro caminho é o da escuridão, do apego à dor, ao desejo de fazer justiça com as próprias mãos, por se sentir vítima.

A pessoa está tão cega pela sua dor que não percebe que está agindo de maneira egoísta, somente pensando em si. E pior, causando muita dor. Então, de vítima passa a agir como algoz.

E passa a desejar que o outro sofra, que seja ferido como ela foi e que sinta a mesma dor que lhe causou.

É o típico sentimento do olho por olho, dente por dente, onde todos acabam cegos e banguelas. Nessa batalha não existe vencedores.

Imagine se alguém será feliz nessa equação!

Às vezes, a pessoa até concorda em continuar convivendo com quem lhe ofendeu, mas na primeira oportunidade traz à tona os fatos da ofensa, aproveitando a chance de humilhar, se vingar ou punir o outro.

Então, veja, que os dois caminhos seguem na mesma direção, PERDOAR, mas um é pedregoso, sombrio, doloroso e se prolonga no tempo. É como construir uma prisão e se colocar dentro dela. Fica difícil sair. Esse é o caminho da dor, que se distancia do amor e da paz, sentimentos que fazem parte da verdadeira felicidade!

Para alguns o caminho da dor é necessário, pois precisam avançar aos poucos para descarregarem da bagagem, o orgulho, o egoísmo, o julgamento, as críticas, a ilusão de que não são causadores de mágoas ou agressões, mas magoam e agridem. Elas gritam muito alto o defeito dos outros e silenciam sobre os próprios.

Precisam de tempo para compreender que não são vítimas injustiçadas.

Nesse caso, decidem aprender pela dor. E esse caminho é longo.

O caminho da dor tem seu papel importante, porque lapida as imperfeições, tão necessário para evoluir. Pode ser um período de aprimoramento do ser.

Quem escolhe o caminho da luz é porque já compreendeu que o perdão é uma flor que nasce de muitas sementes, tais como a humildade, a compaixão, a gratidão, o amor, a paz. E decidem cultivar essas sementes mesmo que passem por provações, pois estão certos que tudo o que lhes acontece são lições importantes para se tornarem melhores do que já foram.

Essas pessoas conseguem sair de si e ter compaixão pelo outro e compreender que mesmo quem pratica atos cruéis, já sofreu grandes crueldades.

Se você tem dificuldade em perdoar, é porque tem dificuldade em amar.

Então, a dificuldade em perdoar é justamente a dificuldade de entender que somos falhos e que as experiências dolorosas acontecem para nos ensinar a sermos melhores.

Podemos nos blindar dos efeitos de uma experiência dolorosa, quando nos conscientizamos que tudo é para o nosso aprendizado, e que se ainda resistimos a mudanças, a qualquer momento poderemos ser confrontados com as lições que a vida dá.

Então, é muito mais uma questão minha do que do outro. Pois atraio para a minha vida tudo aquilo que, de alguma maneira, possa me ensinar o que resisto em aprender.

O outro funciona como um espelho que reflete o ponto em que eu, que você, que nós precisamos melhorar. Esta não é uma demanda fácil de ser entendida.

Portanto, se bem aproveitado, o momento da dor é um tempo de expansão, aprendizado e superação daquilo que nos limita.

A superação somente é possível quando conseguimos perdoar a nós mesmos e também ao outro.

 

Mas COMO perdoar quem me magoou?

Nesse exato momento pode ser que você esteja pensando ser impossível perdoar quem lhe feriu.

Pode ser também, que o seu caso, seja o de alguém que precisa ouvir do outro que lhe perdoa.

Uma terceira hipótese é você com você mesmo e a angústia de não se perdoar por algo que tenha feito e se arrepende, e agora, a culpa o consome.

Três nuances de uma questão tão dramática.

A primeira coisa que devemos pensar é que: quem mais se deixa atormentar pela falta de perdão é quem mergulha na dor e foca no sofrimento.

Quando você está imerso no jogo de acusações, críticas e julgamentos, é muito difícil pedir e ofertar o seu perdão.

Isso é assim porque você se sente ofendido, injustiçado, humilhado, desrespeitado.

Nessa fase você somente enxerga a ofensa sofrida, não consegue examinar a própria participação no evento.

Ainda não entendeu que existe uma lei de ação e reação que você também dá causa. Não somos totalmente inocentes.

Quando você entender esse princípio os seus olhos irão se abrir e você vai compreender que a verdade não é do jeito que você pensou que ela fosse.

Nessa hora você terá noção do que faz ou não sentido.

Quanto tempo vai levar para compreender isso? Não sei. Depende da busca de cada um.

Pode ser que a sua busca seja totalmente materialista, então vai demorar mais.

Eu tentei muito conduzir meu raciocínio sobre o Perdão sob o viés prático do aqui e agora, pensei até em elaborar um passo a passo para facilitar o como perdoar.

Isso porque muita gente se debate com essa questão de como perdoar quem me feriu?

Nunca tive a pretensão de adentrar no contexto religioso e espiritual, mas não consegui.

Minha conclusão é que, sob vários aspectos, perdoar, transcende ao ser humano, no sentido de que, envolve amadurecimento e a própria evolução do ser.

Vários aspectos como: compreensão do porquê a pessoa atraiu a ofensa em si; oportunidade de aprender e seguir rumo a plenitude; tudo tem uma razão de existir; não somos vítimas de ninguém; o outro reflete os pontos que precisamos melhorar; praticar o amor incondicional.

Todas essas questões me impediram de desvincular o perdão da espiritualidade, embora eu tenha conseguido elevar a temática a um nível que considero maior do que religiosidade.

Religiosidade é separatista.

Espiritualidade é universal.

Sob a feição da espiritualidade fica muito mais fácil responder à pergunta: Como perdoar quem me magoou?

Embora estejamos imersos no mundo material, nosso ser busca por soluções que habitam em outras dimensões.

Existem acontecimentos que somente conseguimos entender se nos despojarmos do materialismo e vislumbrarmos um propósito maior que ainda não temos condições de compreender.

Ao aceitarmos essa condição podemos encontrar a paz.

Portanto, perdoar, pressupõe uma postura consciente de que tudo tem uma explicação, pode ser algo que ultrapassa a nossa humanidade, mas existe.

Pressupõe também compaixão, que é se colocar no lugar do outro, e por caridade, perdoar.

É compreender que quem perdoa já conseguiu se livrar de muitos sentimentos inferiores como rancor, ódio, raiva, vingança, vitimização, orgulho, egoísmo, amargura, inveja, apego, brigas…

Pessoas que perdoam já se permitem envolver profundamente por virtudes como aceitação, desapego, compaixão, humildade, gratidão, solidariedade, generosidade, caridade…

Ao olhar para dentro de você, consegue perceber que tipo de sentimento domina o seu ser fazendo com que tenha dificuldades em perdoar?

Consegue compreender que não somos seres apenas material ou carnal, sujeitos a tribulações, mas sim, seres espirituais experimentando uma experiência material?

Ao dar passos conscientes rumo à necessidade de perdoar ou pedir perdão, você estará se aprimorando como ser espiritual.

Compreender isso faz toda a diferença!

Talvez, você espere que o outro lhe peça perdão para somente então perdoar. Mas perdoar não é esperar um pedido de perdão, porque muitas vezes, a pessoa que o ofendeu nem ache que errou e não sofra como você.

A questão de COMO perdoar tem tudo a ver com a sua capacidade em compreender que é muito mais sobre você do que sobre o outro.

Se você aprender a perdoar, provavelmente, você será o maior beneficiado.

 

Então, para perdoar:

A primeira coisa é entender que enquanto você não perdoar estará preso aos efeitos devastadores e prejudiciais a si mesmo!

Desenvolver uma consciência voltada para o desapego do sofrimento.

Compreender que quem ofende precisa de perdão maior e que perdoar é ato nobre atribuído aos fortes.

Sentir piedade porque todos estamos sujeitos a erro. É perdoando que se é perdoado.

Ter compaixão, que é se colocar no lugar do outro.

Deus perdoa sempre, porque você não pode fazer o mesmo? Como relatado no evangelho “Que atire a primeira pedra quem…?”

Para que não seja um ato proferido sem intenção verdadeira, primeiro perdoar internamente.

Depois verbalizar que perdoa e manifestar atitudes nesse sentido.

 

 

E para perdoar a si mesmo, COMO fazer?

 

Será que é mais fácil perdoar a nós mesmos do que aos outros?

Muitos têm maior facilidade em perdoar aos outros do que a si mesmos.

Perdoar a si mesmo não é tão simples assim.

Temos a tendência de sermos carrascos conosco mesmos.

Esse jeito de ser, quase sempre, é porque somos rígidos demais na forma como pensamos, inflexíveis na maneira como exigimos de nós determinado desempenho, e também, nos cobramos demais.

Tanto rigor faz com que não aceitemos a pessoa que somos e perdoar-se implica em nos aceitar do jeito que somos.

É claro que sempre podemos melhorar a nossa condição. É nossa responsabilidade sermos hoje, melhores do que fomos ontem. Mas isso não invalida o fato de que há um caminho a percorrer e é quase certo que haverá desacertos. Não somos perfeitos.

Na jornada existencial sempre estaremos sujeitos a equívocos.

Para muitos a dificuldade em perdoar-se é porque padecem de arrependimento ou remorso sobre determinado comportamento que reprovam em si mesmos.

Pode ser por algo que tenham feito ou dito e se sentem responsáveis por uma consequência ruim.

Talvez, por vícios que não conseguem controlar.

Talvez, por não terem suprido as expectativas de outrem ou por acharem que nunca são bons o suficiente.

Muitas vezes a pessoa se culpa até por discordar de outrem.

Então, carrega um sentimento de culpa que a tortura, provocando estragos como a dificuldade em se aceitar e se amar, que gera a autopunição.

Uma das faces da autopunição é a pessoa não se perdoar.

Porque se ela se perdoar significa que aceitou sua condição humana, sua fragilidade em errar, mas também acertar.

Para perdoar-se exige tempo, coragem e compreensão.

Tempo por que tudo é aprendizado. Não deixa de ser um período de reflexão sobre melhorar as próprias atitudes.

Coragem para enfrentar as consequências dos próprios atos.

Compreensão sobre a missão que temos de aprimorar a pessoa que somos, pois a vida é uma jornada de evolução e ninguém escapa dessa verdade!

 

Então, para perdoar-se:

 

Aceite a pessoa que você é, do jeito que você é.

Reveja sua maneira de pensar sobre aquilo que reprova em você.

Tenha coragem de melhorar o que não está bom.

Aprenda com os erros e avance.

Aceite que, por mais que queira acertar, você pode errar. Me desculpe, mas você não é perfeito!

Deixe o passado para trás, hoje você está diante da oportunidade de ser e fazer melhor.

Abandone expectativas irreais sobre si mesmo.

Aceite que você agiu ou se omitiu com o sentimento, entendimento e compreensão que tinha naquele momento. Hoje é diferente.

Ninguém é perfeito, mas todos são dignos de perdão.

Perdoe você e também aos outros.

Repita essas afirmações incansavelmente: eu me amo, eu me aceito, eu me perdoo.

 

Se o ofensor foi você e precisa ouvir que o outro lhe perdoa, então:

 

Assuma a responsabilidade pelo que disse ou fez.

Peça perdão aos outros, você se sentirá melhor consigo mesmo.

Diga que sente muito e que irá se esforçar para não repetir a atitude.

Esclareça a situação, pois muitas vezes o problema é menor do que imaginou.

Aceite as consequências do que fez e humildemente se retrate.

Cabe aqui um sincero esforço em consertar as coisas.

 

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Duas questões poucos comentadas que podem convencer você a perdoar imediatamente (7 Porquês)!

 


 

 

 

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